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Alexandre vem de família de corredores e apaixonados por automobilismo

Alexandre Vieira Martins, com 39 anos, nasceu em Florianópolis-SC e atualmente mora em Petrolina-PE. Ele gosta de  automobilismo desde que nasceu (risos) , mas isso vem de família, pois seu pai corria rally nos anos 80 e essa foi a grande inspiração de sempre.

Alexandre decidiu que queria carreira de corrida desde muito novo, pois ele sempre correu atrás de correr, porém só foi possível a realização em 2011 fazer a primeira corrida.

Quando adolescente ele já mostrava o quanto gostava de automobilismo, a ponto de desde bem pequeno acordar na madrugada para ver Fórmula 1 ou chorar quando seu pai não te levava nas corridas.

“Minha família sempre me apoiou, mas claro que às vezes ouvimos algumas repreensões por conta dos riscos, custos e etc, porém sempre nos apoiando, indo nas corridas”, conta Alexandre.

“Meu maior ídolo é o nosso pai, com certeza ele é sempre inspiração e nosso mestre. Além dele o Senna teve influência muito grande na minha vida automobilística. E, com certeza, eu corro hoje pelo meu pai, por toda a experiência e paixão dele pelo automobilismo. Ainda hoje faz o impossível para nos ver na pista: eu e meu irmão”, diz Alexandre.

O primeiro carro que Alexandre disputou foi a Paraná Racing de Salvador na AVM Racing, em 2011 e 2012. Já em 2013 ele resolveu fazer seu próprio carro e fundar a AVM Racing. Equipe que corre atualmente e juntamente com seu irmão. Sendo que os carros tem o apoio técnico da Street Car Racing de Indaial-SC.

“Apesar de grande parte dos recursos serem próprio, sempre buscamos o crescimento da equipe. Até hoje disputamos etapas regionais, mas em 2020 já queremos começar a disputar etapas nacionais principalmente na Turismo Nacional BR”, diz Alexandre.

Os treinos com carros são muito esporádicos, geralmente acontecem durante as etapas mesmo. Alexandre gosta de treinar, buscar o melhor acerto, o limite da pilotagem e do carro. Infelizmente na região de Florianópolis não tem autódromos, caso contrário ele com o irmão poderiam treinar muito mais.

O seu dia-a-dia é complicado treinar, pois ele está bem distantes das pistas, mas ele procura estar bem fisicamente, buscar conhecimento mesmo que teórico nos carros e pilotagem.

O medo de se acidentar sempre faz parte, não dá para negar que é um esporte de risco, mas na hora que se entra no carro é tentar deixar os medos de lado e buscar o limite sempre.

“Automobilismo não é um esporte fácil, pois não é como futebol, basquete, vôlei que se pode praticar no play ground ou quintal de casa. Então é preciso se ter em mente que requer muito esforço e o financeiro conta muito. Então corram atrás do sonho sempre, por mais que no caminho se encontrem barreiras, mas acreditem no seu propósito e corram riscos para viver esse sonho. No final valerá muito a pena, pois a sensação de estar na pista e indescritível.

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