F1

Fernando Dias foi influenciado pelo seu avô e por Ayrton Senna a seguir como piloto

Fernando Dias, de São Paulo/SP, desde pequeno já subia no trator da loja seu avô e assistia Fórmula 1 para ver Ayrton Senna correr.

Ele sempre foi apaixonado por carros e seu avô lhe influenciou muito, por ter sempre carros como Opala e assistir a corridas na TV e também ao vivo e ver Ayrton correr.

Porém, automobilismo é um esporte que exige muito dinheiro e ele não teve esta oportunidade quando mais novo e a vida acaba seguindo outros caminhos.

Mas sempre esteve no sangue de Fernando, correr. Ele começou a andar de Kart em 2005 ganhou alguns pódios, Em 2012 ele foi para o turismo e onde está também. Ele foi para alguns pódios, mas nunca nenhum campeonato, também por não conseguir correr todas as provas, por falta de patrocínio.

“Este ano eu estou em uma equipe dedicada e lutando a cada prova para fechar o patrocínio. Hoje faltam três provas para este campeonato e eu estou em primeiro lugar. Eu estou confiante, pois a equipe é muito boa e parceira. Porém, eu tenho mais algumas lutas para patrocínio até o final do ano”, diz Fernando.

Quando criança/adolescente Fernando já gostava de correr, mas não teve oportunidade, somente no carrinho de rolimã. E sua família sempre lhe apoiou, em todas suas decisões, mas não financeiramente por falta de investimento.

Como Fernando é um apaixonado por automobilismo, e viu Ayrton Senna puxando o ritmo nos anos 80 que lhe fez se aproximar mais, pois nessa época ele foi fiscal de pista em Interlagos, apenas para estar mais próximo das corridas.

Sua primeira equipe no turismo foi Wessler, hoje ele corre pela Space Tech Race, e ele está nela desde o início desse ano, porém, antes ele esteve na Alpie, Balcar, Rodolfo Race e GP Motorsport. E ele teve essas mudanças devido à sua pilotagem.

Ele espera continuar com esta equipe ou ir para alguma outra categoria, como por exemplo Opala 250. A pior parte no treino é sempre a primeira parte, onde ele está acertando o carro. Já do meio dos treinos para frente é só baixar tempo, aí fica divertido.

Sua rotina de trabalho é muito corrida e acaba ficando a desejar nos treinos. Ele contou que ainda assim tenta focar quando estão próximos das provas.

Fernando tem medo que lhe aconteça algo, mas isso faz parte, provoca adrenalina e quando ele aprende a encarar e conviver com isso na pista, se torna mais fácil de pilotar.

“Não é fácil, vocês vão apanhar muito na pista, na grana, com as pessoas, mas o importante não é ficar reclamando e choramingando, não é quantas vezes apanhou e sim quantas vezes vai levantar e continuar em frente, isso faz de você forte, isso faz você melhor, isso faz ser um grande piloto”, finaliza Fernando.

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